quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

The last Moonrise

Poismente falando, já há algum tempo que por aqui não aberruntava. O tempo não perdoa, sacana não é de elástico, de modo que me limitava a ver os comentários e a moderá-los através do correio electrónico. Vi que aderiram a este espaço mais seguidores, os meus sinceros agradecimentos pela preferência. Prometo visitar-vos assim que o relógio dê tréguas.
Assim, será esta a última publicação neste espaço este ano; esgotou-se o stock fotográfico LOL! :-D
Às tantas dei por mim pensando, “mas que raio é que vou colocar?” Pois bem, se ainda hoje se vendem CD's de música com obras intituladas “incompletas”, porque não o rascunho dum poema que nunca cheguei a completar? Pois vai isso mesmo! Para um nascer de lua está que chega!



Acordei.
Manhã fria.
Olhar distante,

-
Tremia
Enquanto por ti esperei




Já o sol envergonhado raiava
E o gelo derretera
Sobre as pétalas da rosa sem cor,
Saudosa do meu amor
Imenso no seu calor
Como antes nunca houvera,
Ardendo, teus lábios beijava!




Sofrido que foi outro dia
Ao sol sem brilho nem cor
Um dia a mais não viveria
Distante do teu amor
A lua entretanto nascia
Destinada a avivar minha dor
E a ti, nem ela via!

Desejo-te;
Esqueço-me...


...

Estas fotografias (o último nascer da Lua Cheia), mesmo tiradas à pressa, são dedicadas a todos os que me têm apoiado neste espaço, especialmente àquela pessoa que sempre tem puxado por mim em termos de divulgação do meu trabalho, e cujo espaço pode ser visitado aqui.

Com imagens da másquina e assistência de iluminação por parte da lua e das lâmpadas de vapor de mercúrio e vapor de sódio de alta pressão, até à próxima publicação despeço-me com amizade.

O Repórter Alentejano.

The last moonrise

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Somevere over the rainbov

Pois enqüanto o resto do país andava às aranhas com o temporal, por aqui caiu um mini agüaceiro de cerca de dez segundos... Por uma feliz coincidência, eu estava por aqui e tinha a másquina na mão por ter precisado de fazer um registo sobre outro assunto.


Esta é uma das tais em que tinha dado jeito uma lente que eu não tenho; de modo que como quando não há cão se caça com o gato, fiz dois disparos com o mesmo EV e depois colei as fotografias uma à outra num programa rudimentar (mesmo muito rudimentar :-S.....) que veio com a másquina e o resultado foi aquilo que eu realmente vi. Depois foi só meter as bordas para equilibrar geometricamente o aeruivo JPG.

No que toca à foto anterior, vou tentar perceber o que é que houve para aqui e ver se a consigo reinserir sem trompicar os comentários que entretanto vcs. fizeram.

Até à próxima publicação que dificilmente será ainda este ano despeço-me com amizade.

O Repórter Alentejano.

segunda-feira, 31 de Agosto de 2009

:P

Crise? Qual crise?
Não, desta vez não sou eu, apenas um parente próximo.
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Até à próxima publicação, despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

quinta-feira, 30 de Julho de 2009

Será?

... que o pessoal foi lá...
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... e ainda não voltou? Isto tem estado tão morto que quase me leva a pensar que a malta está toda de férias curtindo um belo bronze no Algarve, no Allgarve ou mesmo nas Maldivas... Ou não será?
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Até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Já vi que sou só eu.......


Já vi que sou só eu a cantar... Não me perguntem porque é que o céu ficou com tonalidades diferentes se a fotografia é a mesma; há coisas que nem a própria razão entende! :-S
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Desejando a todos uma excelente semana, até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Um brinde!

Pois brindemos à amizade!
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Até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Auto retrato

Hoje deu-me para publicar (mais um) auto retrato...

... são fases, como também podiam ser neutros ou condutores de protecção...
Ah, e por falar em fases, convido mais uma vez todos os apreciadores e candidatos a apreciadores da temática ferroviária a darem uma espreitadela e, se quiserem, a deixarem as suas opiniões no meu blog ferroviário que regressou anteontem aos carris.
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Com assistência de iluminação do Sol e fotografias da Másquina, até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano

terça-feira, 14 de Julho de 2009

"Freskynne Moll Oves"...

Emboramente estivesse com outras ideias quanto à nova publicação, acontece que, como já tinha acabado de publicar no blog ferroviário e, por conseguinte, me encontro extremamente cansado (havia de explodir quem inventou a enxada!) resolvi, em jeito de resposta a uma ganda melga cujas picadas recomendo vivamente, "re-publicar" (acho que a palavra nem existe; se não, agora passa a existir) este pequeno apanhado sobre uma das mais peculiares características da cidade de Aveiro.
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No passado dia 2 de Maio anunciei aqui que ia de férias internáuticas, portanto muitos de vós pensarão que não faço mais nada do que trabalhar para o bronze e praticar mappling... Nada disso, meus amigos. Não ganho 2.500 euros por segundo nem mesmo 18 euros por minuto... Portanto tenho que dar ao cabedal para ganhar a (...) da vida, e quanto a estorricar, apenas os neurónios sobreviventes!
Só que o nível de saturação chegou a tal ponto que lá tive que mandar (mais) dois murros na secretária, mandar a dita para a marcenaria para reparar as fracturas e gritar "Fonhelgoda-se, chega!" e decidi, vou para o bem bom.
E por falar em bem bom, olha só o que veio rebolando cerro abaixo ao sabor da gravidade e sem pagar portagem na auto-estrada! Canhita, gosto mesmo da cena esta, já desde moço pequeno!

Ovos Moles
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Pois segundo reza a Wikipedia, ovos moles é um doce típico da cidade de Aveiro.Trata-se de um doce regional, tradicional da pastelaria aveirense, cuja fórmula e método de produção original se deve às freiras dos vários conventos aqui existentes até ao século XIX - dominicanas, franciscanas a carmelitas. Extintos os conventos, o fabrico dos ovos moles manteve-se, graças a senhoras educadas pelas referidas freiras. Desde o início da linha de caminho de ferro Porto-Lisboa que é tradicional a sua venda durante a paragem dos comboios na estação de Aveiro, feita por mulheres usando trajes regionais.
A «massa de doce de ovos» é comercializada em barricas de madeira pintadas exteriormente com barcos moliceiros e outros motivos da Ria de Aveiro. Também se apresenta em tacinhas de cerâmica e ainda envolvida em hóstia (massa especial de farinha de trigo), moldada nas mais diversas formas de elementos marinhos, como ameijoas, peixes, bateiras, conchas e búzios, que são passados por uma calda de açúcar para os tornar opacos e dar mais consistência.
A massa do doce de ovos usada, embora consistente, é muito cremosa e obtida exclusivamente através de açúcar em ponto e gemas de ovos muito frescos, na sua confecção, não deve ser mexida em círculo (para não ficar estriada), mas aproximando e afastando a colher do operador.
Às gemas de ovos, depois de cuidadosamente desclaradas e misturadas, junta-se cerca de metade do peso de açúcar em ponto, de «estrada» a «bola rija», já frio. Mexendo sempre para o mesmo lado com a colher de pau, evitando os círculos, leva-se ao lume até se ver o fundo da caçarola de cobre.
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Provem, não se vão arrepender!
Hoje não há poema nem fotografias a rigor. Desculpem, mas também tenho o direito de estar cansado! E, sinceramente, ando farto de internet, mundos virtuais, mundos hipócritas reais, computadores, computadeiras e afins.
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Até ao meu regresso que provavelmente será amanhã, logo, quando morder o vício de partilhar novas fotos ou sabe-se lá quando (acho que "quando-me-apetecer" ainda não paga imposto), despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Vou até à Lua e já volto! ;-)

Agora é que é. Sinceramente, estou farto de aturar uma computadeira constantemente a empandeirar, está um calor de cornos de cabra e a malta está toda de férias... de modo que tal como disse na última publicação com fotos, vou deixar o blog respirar um pouquito, já que a afluência nestes tempos mais próximos certamente continuará a ser bastante reduzida.
Ainda tenho algumas pessoas para avisar no que toca à publicação anterior, mas a "janela" dos seguidores só está visível quando lhe apetece, e mesmo assim quando está visível são raras as vezes em que os links para os blogs das pessoas funcionam... Vá lá eu ou o diabo entender estas coisas da informática!
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Com imagem da Másquina e recalcitramentos do Repórter Alentejeno, desejando a todos umas boas férias e/ou um bom trabalho, até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Distinção: Selo Dourado

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Esta distinção foi-me gentilmente atribuída pelo amigo do blog O Meu Olhar – Fotografia, a quem desde já agradeço profundamente.
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A mensagem deste "selo": A cor azul representa paz, profundidade e imensidão. A cor dourada a sabedoria, riqueza e clareza de ideias. O prémio em si representa a união entre os “ bloguistas “.E como não podia deixar de ser tem as suas regras:
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.Colocar o prémio em situação visível ou linká-lo.
.Anunciar através de um link o blog que o premiou e premiar até outros 15 blogs.
.Avisar os premiados.
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Como é hábito vou estoirar com as regras arranjando uma variável X tal que o número de blogs que tenho listados na sidebar mais os que aparecem na janelinha (que raramente está visível) dos seguidores multiplicado por essa variável dê 15. E assim fica parte do problema resolvido, já que ainda vou demorar um pouco a avisar toda a gente.
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O Repórter Alentejano.

quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Mais umas da fauna local ;-)

Final de mais um dia assinalado pelo característico Calor de Cornos de Cabra cá da zona. Sim, enquanto no resto do nosso rectangulozito choveram picaretas, aqui a malta foi fazendo sauna à força.

Farto da porcarerda do trabalho, lá resolvi fazer um pequeno coffee-break para desanuviar.


Como curiosidade apenas, abaixo apresento a versão Windows...

Entretanto agora, e porque o pessoal está todo de férias, acho que vou ficar algum tempo sem publicar. Pode ser um mês, um trimestre ou apenas o tempo em que estiver partindo pedra esta noite. Mas agora a sério, estava com vontade de modificar a apresentação deste espaço, só que os conhecimentos informáticos não são lá grande coisa. Assim, acho que vou "fechar para obras" uns diazitos para pensar em qualquer coisa; entretanto aceito sugestões!

Com imagens da Másquina e adereços da porra das obras de Santa Engrácia que andam por aqui a engonhar há uma série de anos, despeço-me com amizade até à próxima publicação.
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O Repórter Alentejano.

segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Primórdios da internet ... ... ...

Ainda vou a demorar a publicar o texto que pensei para aqui... É que o computador ainda não foi inventado, tenho que escrever à mão, recortar as letrinhas todas e esperar que as formigas as coloquem na WWW...
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Com iluminação do Sol, preparação de adereços pelos Aracnídeos Locais e fotografia da Másquina, até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Pateira de Fermentelos

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A Pateira de Fermentelos é uma lagoa natural, localizada no triângulo Águeda, Aveiro, Oliveira do Bairro, antes da confluência do Rio Cértima com o Rio Águeda, pertencendo na sua parte Sul ao Concelho de Águeda (freguesias de Ois da Ribeira, Espinhel e Fermentelos).
Considerada uma zona húmida de elevada riqueza ecológica, a Pateira de Fermentelos desde cedo se tornou um sistema em que as actividades humanas se integravam perfeitamente na sua dinâmica, permitindo assim a manutenção da lagoa. A prática de uma agricultura drenante e a recolha constante do moliço (para posterior utilização como adubo natural), permitiu a manutenção de uma significativa superfície livre de água e impediu o avanço do pântano. Este equilíbrio, entre a actividade agrícola e a recolha do moliço, conduziu a uma paisagem humanizada de elevada organização e diversidade, na qual a lagoa atingia a sua maior dimensão.
É a maior lagoa natural da Península Ibérica e a segunda maior da Europa. É uma zona muito rica em fauna, flora e espécies aquáticas, incluindo diversas especies de aves tais como: rabilas,
curtos, pica-peixes, e vários tipos de patos. Na flora podemos encontrar desde de nenúfares, canizia e bonhos. A nivel piscatório existem achigã, lúcio, carpa, tainha, perca, sendo conhecida pelos seus pimpões existem também grandes quantidades de lagostins-vermelhos e variados tipos de rãs.
No entanto, as alterações económicas e sociais operadas por volta dos anos 60, reduziram progressivamente a prática de recolha do moliço, permitindo assim o seu livre desenvolvimento. Este processo foi ainda grandemente acelerado pela descarga de esgotos, efluentes orgânicos e industriais e drenagem dos terrenos agrícolas envolventes.

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Abalaste.
Nosso amor silenciaste,
A minha mágoa alimentaste.
Beijei-te.
Envolto em saudade abracei-te.
Lá longe ao fundo esperei-te,
Afogando nosso amor libertei-te...


Fontes:
Câmara Municipal de Águeda;
Wikipedia.
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Fotografias e poema de minha autoria.
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Até à próxima publicação, despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

terça-feira, 9 de Junho de 2009

Livre!

Na altura em que tirei esta foto estava num daqueles meus habituais stresses, não porque te conhecesse já, mas porque se me atrasasse mais um pouco lá teria que fazer uns poucos de centos de quilómetros a autoboots para casa, o que não dava jeito nenhum nem sequer para emagrecer.

Tirei mais, obviamente, tenho que as procurar e seleccionar as que estão minimamente aceitáveis.
Já que és livre então para voar através dos sonhos, sentir o vento, o calor, o frio, a chuva, o céu, a terra com a sua beleza, o mar... sente-te livre também para gamares com a minha autorização esta foto - se quiseres, claro - para um futuro "capítulo".........
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Com iluminação do Sol, efeitos especiais da Água e imagem da Másquina, até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Abandonada



O Repórter Alentejano

quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Continuando a fazer o pino... º

E eis que chegou para ficar. O calor, claro! Céu enzorrado, tempo de trovoada, mas um calor de cornos de cabra! Onha-se, lá vou eu começar a sofrer e a EDP a esfregar as mãos de contente por causa da energia consumida no esforço de manter a temperatura dentro dos limites aceitáveis!

Olhei para o computador, farto do tempo que me consome, mandei dois murros na secretária - na de madeira, entenda-se - e resmunguei enquanto olhava para a miríade de formas geométricas e letrinhas que apareciam na tela: Vai-te encher de moscas! E não é que apareceram logo voluntários para satisfazer o meu pedido?


Cacete da avó, eu pago a energia eléctrica, pago o equipamento, pago mais qualquer coisa que nem interessa falar, e para ver filmes ainda tenho que ser eu a introduzir as imagens, a abanar o rato para elas mexerem e a escrever as legendas? Não, basta, vá-se tudo encher de moscas!
Bem dito, bem feito... Como é óbvio, ao deparar com estas criaturinhas em tão nobre actividade, em vez de ir buscar o mata moscas fui buscar a másquina... Pronto! ("prontos", em facilitês), lá vou ter que continuar pagando! Daqui a uns dias mais umas latas de insecticida à conta da atitude desta parelha de bicharocos!
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Com fotografias do Repórter Alentejano, assistência de imagem da Másquina e iluminação do Sol, até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Fazendo o pino xD

Poismente falando, ao contrário das cobras rateiras que se abrigam do calor, a minha desgraçada másquina saltou do abrigo directamente para o meu quintal banhado pelos amenos 32º do mês de Maio.
Coloquei a 17-40 para tirar uma panorâmica dos arbustos das sebes em flor numa de ficar com uma recordação antes do clima alterado lhes dar o mesmo fim de quase tudo o que aqui tinha, quando me aproximei para uns close-ups e deparei com estes otários animaizitos que, na sua mente ainda não corrompida pelas vicissitudes da evolução que vitimou o homo-sapiens-sapiens, trabalhavam acreditando que assim sobreviveriam mais uns diazitos, ignorando as andorinhas que passavam uns metros mais acima.

Ora porra, dirão vocês, mas a cena esta são macros e a lente é uma grande-angular!
Posso esclarecer? Esclarecerei. Novamente, pois se a PDI ainda não me consumiu todos os DIMM's DDR69 que constituem a minha memória, acho que já falei nisto aqui.


A cena esta não se trata de macro, pois macro é um tipo de fotografia feita com lentes específicas de tal modo que a imagem projectada na película ou sensor (conforme as gerações LOL) da másquina fotográfica é do tamanho do objecto fotografado ou perto disso. As fotos que aqui apresento são close-ups ou fotografias de aproximação, nas quais eu me aproximei ao máximo do que queria fotografar, no entanto o tamanho da imagem que ficou registada no sensor da másquina foi para aí 0,25 vezes o tamanho do motivo - o que já é muito bom!
Pode ser que um dia quando for grande e me convencer que fazendo mel não dá para ganhar a vida venha a ter uma lente de macro...
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Com fotografias e divagações da minha autoria e assistência de iluminação por parte do Sol, até à proxima publicação despeço-me com amizade desejando um excelente fim-de-semana a todos.
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O Repórter Alentejano.

sexta-feira, 22 de Maio de 2009

This is the life

[click to watch the video (YouTube)]
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Songwriters: Amy Elizabeth Macdonald
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Oh the wind whistles down
The cold dark street tonight
And the people they were dancing to the music vibe
And the boys chase the girls with the curls in their hair
While the shy tormented youth sit way over there
And the songs they get louderEach one better than before
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And you're singing the songs
Thinking this is the life
And you wake up in the morning and you're head feels twice the size
Where you gonna go?
Where you gonna go?
Where you gonna sleep tonight?
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So you're heading down the road in your taxi for four
And you're waiting outside Jimmy's front door
But nobody's in and nobody's home 'til four
So you're sitting there with nothing to do
Talking about Robert Riger and his motley crew
And where you're gonna go and where you're gonna sleep tonight
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Até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano

sábado, 2 de Maio de 2009

Férias! :-D

Caros amigos, inimigos, conhecidos, desconhecidos e outros. Por motivos de ordem pessoal e profissional vou ter que fazer umas pequenas férias fotográficas - pois é, pensavam que era de descanso, certo? Não, eu tenho que trabalhar para ganhar a vida (...)
Deixo-vos assim esta foto que lembra precisamente isso - férias - agradecendo todas as visitas que me têm feito, e as que vão fazer ao verem nas miniaturas uma foto de umas pernas femininas LOLOLOL !
Espero que nos entretantos se vão divertindo por aqui, e, já agora, tenho outras fotos sem ser de flores neste blog, basta irem clicando no fim da página no link "mensagens antigas".
Até à próxima publicação, despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Gerações...

Nascemos em tempos diferentes; um dia por mero acaso nos encontrámos...

Quis o destino que ficássemos pendurados lado a lado e que partilhássemos sol, chuva, calor, frio, vendaval, calmaria...
Ao fundo, a luz. A luz dum sol que nos reflecte diferentes, pelo menos aos olhos de quem vê apenas uma capa com a cor de um tempo diferente... A luz dum sol que um dia nos fará iguais.
Virá vento, chuva, frio calor... Um de nós será o primeiro a sentir o peso das pedras e da terra que apenas uma fina camada de ar separa daquele galho que nos prende à vida.
O galho ficará. Atrás de nós outros virão. Mas um dia as pedras e a terra receberão o outro de nós. Ficaremos então juntos para sempre, e um de nós obedecendo às leis da Natureza dará continuidade à vida. Mas ficaremos juntos, é o que importa.
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Alfarroba. (do hebraico antigo al charuv (חרוב), a semente, pelo árabe al karrub, a vagem, corrupção daquele outro termo), é o fruto da alfarrobeira (Ceratonia siliqua). (Wikipedia)
Uma verde, já deste ano, outra madura que resistiu ao inverno firme no seu lugar.
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O Repórter Alentejano.

quinta-feira, 23 de Abril de 2009

~ Saudade! ~

Há coisas do caraças! Não, não estou dando continuidade à série "Quem não sabe fazer mais nada..."; a essa série voltarei em tempo oportuno.
A razão desta publicação foi uma notícia daquelas mesmo bem chatinhas que recebi assim que entrei no escritório; Deus chamou a Si um familiar de uma pessoa que me é muito querida e que eu por respeito, porque a adoro, e porque isto é um espaço público, me escuso a referir o nome ou qualquer outro dado que a identifique.
Porque não tenho outro meio de contactar com ela, aqui exprimo o meu voto de pesar. Desliguei a opção de comentar nesta publicação, espero que entendam...

O Repórter Alentejano
"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"

Visitassssssss!

Não, não foi hoje, foi em Agosto de 2007. Estava eu metendo a trouxa às costas para apanhar a boleia para o aeroporto, eis senão quando me deparo com esta companhia inesperada para o pequeno almoço.
Provavelmente teria trepado na tarde anterior para a parreira que já publiquei algumas vezes neste blog e depois caiu; com as tempreaturas mais baixas da noite ficou inerte, de tal meneira que não só não fugiu como também esperou para ser fotografada e ainda admitiu ser transportada para um local mais adequado!
As fotos não estão grande espingarda dado que havia pouquíssima luz (foram tiradas com ASA 800) e eu estava com o tempo contado... :-S Mas mesmo assim optei por partilhar! :-D



Cobra-de-escada:
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Animal do filo dos cordados, da classe dos répteis, da ordem dos escamosos e da família dos Colubrídeos que abrange cerca de mil e cem espécies.
A cobra-de-escada (Elapha scalaris ), também conhecida por riscadinha, é uma cobra de grande tamanho, cujo comprimento pode atingir um metro e sessenta centímetros. Apresenta a cabeça bem distinta do corpo. Os olhos apresentam pupila circular. O focinho é proeminente. O corpo é revestido por escamas lisas de cor amarelada com duas linhas dorsais escuras em sentido longitudinal. Nos juvenis e, por vezes, também nos adultos, linhas transversais unem as linhas longitudinais desenhando uma espécie de escada, o que dá o nome à espécie. Alimenta-se de pequenos mamíferos, lagartos e lagartixas, aves e invertebrados. É uma cobra inofensiva mas pode morder se a agarrarem. Tem actividade diurna e nocturna. Embora rasteje no solo, trepa sobre os arbustos e rochas. De noite e com mau tempo esconde-se no seu abrigo ou no buraco de uma árvore. Vive em zonas ensolaradas e secas. A fêmea põe cerca de dez ovos alongados. Distribui-se principalmente pela Península Ibérica e ilhas Menorca.
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cobra-de-escada. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-04-23].
Disponível na www: http://www.infopedia.pt/$cobra-de-escada
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O Repórter Alentejano.

sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Prémio Blog Fotografia

... e estava eu aqui rogrando pragas à # da internet, do género "que lhe desse uma caganêra tã grande, tã grande, que quanto mais corresse mais doesse e quando parasse que arrebentasse", eis senão quando recebo da minha estimada amiga e fotógrafa de grande mérito e criatividade o prémio que a seguir descrevo:
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Prémio Blog Fotografia


Este é um prémio que vou atribuir a quem coloque fotografias originais e de qualidade no seu blogue.
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Regras a seguir:
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1 - Exibir a imagem do selo.
2 - Exibir o link da(s) pessoa(s) que lhe deu(deram) o prémio:
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.......... = Helena Paixão – Estórias de Bicharocos e Bicharada
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3 - Escrever um post no seu blog a divulgar o prémio.
4 - Atribuir o prémio a 3 blogues:
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.......... = Ana Sofia V. Sousa;
.......... = Missixty;
.......... = Tossan;
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... e todos os restantes blogs que figuram na minha sidebar =>
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O Repórter Alentejano.

quinta-feira, 16 de Abril de 2009

Quem não sabe fazer mais nada II ...

Ontem no período pós aguaceiro o sol em menos de nada se foi com os porcos e a luz existente não me agradava. Assim, hoje antes sequer de pensar naquele doentio objecto enxadiforme lá saquei da másquina e fui passar revista aos camarins das modelos à força na esperança de encontrar ainda alguma nua.............
Este primeiro exemplar, embora resida no mesmo prédio de apartamentos dos outros é uma rosa brava (já ouvi chamar "rosa albardeira", embora não tenha confirmado), e é caracterizado por ser uma praga do caraças e as flores terem um perfume muito característico e agradável.
Assim,
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depois das neblinas matinais:

Este segundo exemplar é uma miniatura que, toda aberta (a língua portuguesa é assim mesmo...) e já quase a desfolhar-se tem um diâmetro que raramente excede os 4 cm.





Até à próxima publicação, despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

terça-feira, 14 de Abril de 2009

Quem não sabe fazer mais nada...

Andava eu de volta daquele utensílio que só de pensar no nome faz uma pessoa ficar doente, eis senão quando S. Pedro resolve dar um ar de sua graça sob a forma líquida. O que não deixou de ser bem pensado, uma vez que os níveis de poeira por estas bandas já excediam largamente o meu gosto pessoal.
Vai daí, lembrei-me de tirar as teias de aranha, casulos de taranta e as imensas camadas de poeira da desgraçada da másquina que já não fazia a ponta dum corno sei lá há quanto tempo e resolvi fazer mais umas experiências com as desgraçadas das modelos que até hoje ainda não ouvi recalcitrar por aumento de cachet ou mandar-me àquele sítio por a minha cunha para as fotografar não ser em notas das rosadinhas...
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Durante o aguaceiro:
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Depois do aguaceiro:
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Aproveito para agradecer todas as visitas, comentários e mensagens pessoais que me enviaram, e com a calma que não tenho de Alentejano que não sou lá irei retribuindo à medida que o tempo for permitindo.
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Até à próxima publicação despeço-me com amizade.
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O Repórter Alentejano.

sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Sim, estou olhando para ti! (((º^º)))

quarta-feira, 1 de Abril de 2009

Felicidades :-D

Bem, e sem dar por isso, com o barulho das luzes já estamos no 1.º de Abril. Mas isto aqui não é mentira. Ontem alguém altamente responsável pela existência deste blog dedicou-se a tempo inteiro à pratica de mappling, na qual se inclui tempo de sobra para a produção de e.f.c.u.b.c.e.u.o.d..
Uma coisa eu vos garanto: Sem querer obviamente fazer distinções nem (aparentemente) menosprezar ninguém, se há coisas fixolas nesta vida é ter a amizade da Ana Paula.
Vá, moça, agora não tens desculpa, trata de dar corda ao indicador direito e fazer uma das coisas que mais gostas. E não te preocupes com a másquina, pois tem dois anos de garantia!
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Felicidades!
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O Repórter Alentejano.

segunda-feira, 30 de Março de 2009

Supostamente...

... isto será um cacho de uvas lá mais para o Outono se Deus quiser e a Guarda Fiscal deixar, ou seja, se as avespras não as comerem, se o míldio não as dizimar ou se não vier para aqui um daqueles calores de cornos de cabra em que o sol torra tanto que até assa canas à sombra.

Pois muito bem. Há particularmente duas pessoas classificadas por mim e certamente por muita gente como amigas para quem a data de publicação desta mensagem é uma data que merece um brinde.
Claro, já se estão todos afiambrando para ir ao mini-mercado da zona ou à tasca do Ti Zé a buscar o palhinhas com a respectiva pomadinha... Calma aí, pessoal, aguentem aí os cavais! Vamos brindar com vinho destas uvas!
... porque amizade quando é amizade dura para sempre e não fica dependente de um qualquer formalismo de ocasião!
Tenho dito.
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Beijinhos, abraços, apertos de mão ou festinhas ao gato, conforme aplicável.
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O Repórter Alentejano.

quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

Ao som do presunto.

Estava o dia quase no final. Tinham-se já os turistas dispersado, atraídos por este ou por aquele detalhe. Um moço que estava connosco pergunta então a um senhor lá da aldeia se tinha aberruntado por aí o resto da malta.
Tinha sido dia de limpeza dos canais de rega, umas pequenas valetas de água corrente que serpenteiam por toda a aldeia. O homem mostrava um certo cansaço.
“Tenho que ir andando. Eles estão lá em cima a tocar presunto. Isso é que era bom para vocês tirarem uma fotografia!”. E afasta-se, com um sorriso trocista, satisfeito por nos ter estado “dando baile”.
Eu e o moço resolvemos segui-lo. Acelerámos o passo. Reinava grande animação à porta da tasquinha. Grade da cerveja ao meio, acompanhada de um par de garrafanitos, infelizmente já não os saudosos palhinhas. Com ar de quem se fartava de gozar connosco, um senhor que estava sentado num banco de madeira rústico junto à parede pega numa peça de presunto já encetada e leva-o à boca como se estivesse tocando corneta.









De imediato, o ar enche-se de melodias bem conhecidas com algumas gargalhadas pelo meio. E não é que imitava bem? Foi um fartote!
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Um bem-haja para esse “tocador” de presunto e para toda essa boa gente daquela bonita aldeia transmontana.
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O Repórter Alentejano
Gosto de fotografar o que acontece, não o que é preparado para acontecer.

quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Caçada aos dinossauros! :-o

Não vou dizer nada. Depois de ter publicado o nevão cá da zona, lembrei-me dum recente avistamento de dinossauros, julgados extintos há 65 milhões de anos, registado no Verão de 2007.




Eles andem aí!
Portanto aqui fica esta pequena "estória de bicharocos e bicharada", com dedicatória não só à Lena Paixão, autora do fabuloso blog com este título, como também à dona daquele dedinho que por razões óbvias não vou identificar, bem como a alguém que conheci recentemente e que por mera coincidência utiliza como nick um dos muitos nomes que se dão a estes bicharocos.
Tenho dito.
Um beijinho às vítimas deste post.
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O Repórter Alentejano.

Neve no Algarve!









Pois. Ao menos por aqui é tudo ao contrário. Hoje que apareceu o dia mais ameno do ano por estas bandas, 19.500 miligraus no termómetro do tractor, é que apareceu a neve. Não, primeira forma, já apareceu antes, mas hoje é que foi o grande nevão.
Vai daí senão quando (não, não fui ao Penedro), resolvi montar-me no chiante de másquina às costas e ir fotografar antes que a nortada fizesse derreter a neve toda. Entretanto aproveitei e coloquei nesta mensagem neve do mês passado e do ano passado.
As amendoeiras em flor são um dos ex-líbris aqui da zona, pena que a amêndoa importada sabe-se lá de onde [às tantas, da China (oops...)] seja mais "barata" e que a maioria das amendoeiras que por aqui se vêem sejam as que foram sobrevivendo ao longo dos últimos Verões quentes, já que é uma árvore que consegue ser um bocadinho melhor que as baterias sem manutenção.
Ainda se vêem algumas plantações, pode ser que calhe um dia a passar às bordas duma ainda florida, aí, sim, que é um espectáculo. Nas zonas onde fotografei, para além de hoje, apenas existem algumas árvores isoladas. A gaita é que a amendoeira floresce, mas a flor não fica lá mais de uma semana e o auge dura apenas dois dias. Depois vai tudo com o vento e começam aparecendo as folhas.
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Até à próxima mensagem, e depois de aqui ter desesperado à conta dos "server errors", despeço-me com amizade. Sejam todos bem-vindos, amigos, inimigos, conhecidos, desconhecidos e outros. Cumprimentos, abraços, beijinhos, apertos de mão, palmadinhas nas costas ou piscadelas de olho, conforme aplicável.
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O Repórter Alentejano.